Numa boa mas não dá. Agora os caras ficam trazendo banda cover para tocar no via Funchal. Tempos cada vez mais difíceis para a música e arte em geral.
Parece que estão querendo colocar as bandas covers temáticas no mesmo nicho dos musicais de Hollywood e assim o público Yuppie pode, como diria Lennon, chacoalhar as jóias assistindo ao seu Queen genérico.
Engulam isso aí.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
4 ponto 2
Sou um cara de muita sorte, não acho que mereça, mas deve ter algum porque.
Na estrada fiz e tenho muitos amigos até hoje, infelizmente não consigo estar sempre perto deles mas estão todos na mente e no coração e mesmo dos que por algum motivo tenhamos brigado costumo guardar os momentos legais porque são os que marcam.
Amigos loucos, outros que se acham sãos, músicos, fotógrafos, atores, bancários, nerds, cristãos, endemoniados, putas, putos, chapeiros, mendigos, executivos,jornalistas, jornaleiro alguns nem polícia e nem bandido, amigos reais, e nessa nova era amigos virtuais também, amigos maravilhosos que me deram na forma de Pai e Mãe que eu tanto amo e minha maior amiga e companheira Grace que vive me salvando e que é dona do meu coração para sempre.
Grandes amigos que tive e tenho a sorte de encontrar nesse tempo curto que passamos no planetinha azul e uns tantos que espero ter a sorte de reencontrar em algum outro lugar.
Amigos que choraram juntos, sonharam juntos, dividiram gás, feijão e farinha, cachaça ou wisky, que juntaram grana pra dividir cachorro quente em tempos mais difíceis ou um docinho do capeta e ter ataques de gargalhada.
Sem eles não somos ninguém, nada mesmo.
E é só isso que vamos levar daqui, o amor e a lembrança das coisas legais que fizemos juntos.
Muito obrigado à todos vocês por serem meus amigos e por perdoarem algumas merdas que eu tenha feito ou venha a fazer afinal, friends will be friends ‘till the end.
Muito obrigado por tudo que fizemos juntos até hoje e pelo que faremos ainda.
Esse é meu melhor presente de aniversário, vocês.
Beijão, Love Ya !
Na estrada fiz e tenho muitos amigos até hoje, infelizmente não consigo estar sempre perto deles mas estão todos na mente e no coração e mesmo dos que por algum motivo tenhamos brigado costumo guardar os momentos legais porque são os que marcam.
Amigos loucos, outros que se acham sãos, músicos, fotógrafos, atores, bancários, nerds, cristãos, endemoniados, putas, putos, chapeiros, mendigos, executivos,jornalistas, jornaleiro alguns nem polícia e nem bandido, amigos reais, e nessa nova era amigos virtuais também, amigos maravilhosos que me deram na forma de Pai e Mãe que eu tanto amo e minha maior amiga e companheira Grace que vive me salvando e que é dona do meu coração para sempre.
Grandes amigos que tive e tenho a sorte de encontrar nesse tempo curto que passamos no planetinha azul e uns tantos que espero ter a sorte de reencontrar em algum outro lugar.
Amigos que choraram juntos, sonharam juntos, dividiram gás, feijão e farinha, cachaça ou wisky, que juntaram grana pra dividir cachorro quente em tempos mais difíceis ou um docinho do capeta e ter ataques de gargalhada.
Sem eles não somos ninguém, nada mesmo.
E é só isso que vamos levar daqui, o amor e a lembrança das coisas legais que fizemos juntos.
Muito obrigado à todos vocês por serem meus amigos e por perdoarem algumas merdas que eu tenha feito ou venha a fazer afinal, friends will be friends ‘till the end.
Muito obrigado por tudo que fizemos juntos até hoje e pelo que faremos ainda.
Esse é meu melhor presente de aniversário, vocês.
Beijão, Love Ya !
sábado, 17 de outubro de 2009
Correria Master Plus
Correria master plus por aqui. Finalizando a mix dos singles do Pedra, iniciando a mix dos singles do Tomada, ensaiando para o show hoje no Central Rock bar, tentando reformar o site do Pedra e brigando com uma letra que nunca me satisfaz. Gosto de trabalhar sob pressão de tempo. Acho que o desespero de criar algo novo é o melhor alimento pois me canso rapidamente daquilo que já fiz e preciso de coisas novas que, entre outras coisas, já faz muito tempo que não habitam no looping noite, bebum, fritação verborrágica .
A obra do dono sempre é muito melhor e mais interessante que o dono da obra.
Quem quiser conhecer um pouco da obra é só cair lá no Central Rock bar hoje a noite :
Pedra + Soulzera + Neoprimatas"
CENTRAL ROCK BAR
Av. José Antonio Amazonas, 596, Santo André, São Paulo
R$10,00
http://www.centralrockbar.com/ // info: (011) 9317.9515
Trilha do post ? Essa aqui :
A obra do dono sempre é muito melhor e mais interessante que o dono da obra.
Quem quiser conhecer um pouco da obra é só cair lá no Central Rock bar hoje a noite :
Pedra + Soulzera + Neoprimatas"
CENTRAL ROCK BAR
Av. José Antonio Amazonas, 596, Santo André, São Paulo
R$10,00
http://www.centralrockbar.com/ // info: (011) 9317.9515
Trilha do post ? Essa aqui :
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Funk, young people, funk !
Amanhã começo a mixar os péssimos seres humanos da banda Tomada. Aliás, já viu o clip novo deles?
Molecada, isso é funk ! Não aquilo...
Molecada, isso é funk ! Não aquilo...
domingo, 11 de outubro de 2009
Herod Layne ! Qual é o barato ?
Qual é o barato desse som repetitivo e barulhento? Não era assim que os tiozinhos herdeiros das big bands ou do Jazz tradicional se referiam ao Rock'n Roll logo que ele apareceu ? Bem, tirando o barulhento porque de barulho eu gosto, era assim que eu me referia ao Post Rock monofônico proposto ou defendido pelo Herod Layne.
Preconceito ?
Provavelmente, já que para um cara com as minhas referências de som e futuro, eu disse futuro tiozinho, o post rock não costuma acrescentar nada de exatamente novo, além disso, uma boa parte desse pessoal muderno e todos os post alguma coisa, que já são post há muito tempo, não costumam receber bem a maioria das coisas que eu considero muito boas seja do ângulo que for então, acaba-se devolvendo a bomba do preconceito. E isso não é nada legal ou inteligente.
Acontece que o Herod Layne eu vi crescer e muito, desde que os vi ensaiando umas tantas vezes aqui no estudio e, contraditoriamente ao que disse a pouco, eu ouço e gosto de um monte de coisas que necessariamente não me trazem nada de novo também e isso não tem nada demais já que essa regra ou necessidade de inovação constante também já foi responsável pelo hype de muitas merdas que se é obrigado a engolir. O que interessa é honestidade do trabalho e a coerência de nossa parte de saber que algo pode ser de muita qualidade dentro de um estilo que a gente não goste ou conheça profundamente.
Recentemente a banda esteve no Poploaded Sessions e é gritante o quanto eles cresceram daquilo que eu via nos ensaios e essa força e batalha dos caras eu apoio totalmente.
Com certeza tem muita gente que vai se assustar de encontrar o Herod Layne nesse blog, eu também me assusto mas também conto com isso, porque previsível é a última coisa que eu quero ser e espero que o post rock do Herod Layne também, porque se eles continuarem crescendo artisticamente como eu vi a coisa vai longe nesse post rock, ou como eu costumo dizer carinhosamente ao Elson, hehehe, bost rock.
Ah, todo tipo de aditivos são bem vindos à audição.
Herod Layne é :
Sachalf (guitars, vocals)
Elson (bass, guitars)
Johnny dux (drums)
Ao vivo na Fun House
Poploaded Sessions
Preconceito ?
Provavelmente, já que para um cara com as minhas referências de som e futuro, eu disse futuro tiozinho, o post rock não costuma acrescentar nada de exatamente novo, além disso, uma boa parte desse pessoal muderno e todos os post alguma coisa, que já são post há muito tempo, não costumam receber bem a maioria das coisas que eu considero muito boas seja do ângulo que for então, acaba-se devolvendo a bomba do preconceito. E isso não é nada legal ou inteligente.
Acontece que o Herod Layne eu vi crescer e muito, desde que os vi ensaiando umas tantas vezes aqui no estudio e, contraditoriamente ao que disse a pouco, eu ouço e gosto de um monte de coisas que necessariamente não me trazem nada de novo também e isso não tem nada demais já que essa regra ou necessidade de inovação constante também já foi responsável pelo hype de muitas merdas que se é obrigado a engolir. O que interessa é honestidade do trabalho e a coerência de nossa parte de saber que algo pode ser de muita qualidade dentro de um estilo que a gente não goste ou conheça profundamente.
Recentemente a banda esteve no Poploaded Sessions e é gritante o quanto eles cresceram daquilo que eu via nos ensaios e essa força e batalha dos caras eu apoio totalmente.
Com certeza tem muita gente que vai se assustar de encontrar o Herod Layne nesse blog, eu também me assusto mas também conto com isso, porque previsível é a última coisa que eu quero ser e espero que o post rock do Herod Layne também, porque se eles continuarem crescendo artisticamente como eu vi a coisa vai longe nesse post rock, ou como eu costumo dizer carinhosamente ao Elson, hehehe, bost rock.
Ah, todo tipo de aditivos são bem vindos à audição.
Herod Layne é :
Sachalf (guitars, vocals)
Elson (bass, guitars)
Johnny dux (drums)
Ao vivo na Fun House
Poploaded Sessions
sábado, 10 de outubro de 2009
Não é uma pena ?
Eu te diria para dar o play no video do fim do post e ler ouvindo o som, mas não vou dizer.....
Oito horas de mixagem na cabeça, uma volta pelo bairro, um rango, algum vinho e um e mail e comment no post anterior com um link enviados pelo Nó.
O Nó é o Norton Lagôa, meu cunhado e baixista das antigas. Ele já gravava antes de eu nascer, quer ver ?
Eu vou digitalizar o audio e posto nesse post mesmo, em breve mas é que agora não.
Voltando..... Ele já gravava antes de eu nascer, tocou numa porrada de shows antológicos nos 70's, quase foi preso no show da tenda do calvário em que todo mundo rodou e ia tocar com o Burmah, tem o nome nos agradecimentos do Fruto Proibido da Rita Lee, morou in London no final dos 60's e começo dos 70's, viu Humble Pie no Rainbow Theater como eu via os brothers do Golpe de Estado nos 80's, Led Zepp, viu o Purple na tour do Machine Head e me deu o ingresso, eu também posto o ingresso aqui depois, mas agora não; estava em Londres no dia em que os Beatles tocaram no telhado mas não os viu, viu o Hendrix; acredite ou não . Fez muito mais ainda, mas já tá bom, vocês já sacaram.
Não é uma pena?
Não é de se envergonhar
Isso não é uma pena?
Não é uma pena?
e causamos dor um ao outro?
E por causa de suas lágrimas,
seus olhos não podem enxergar
Oito horas de mixagem na cabeça, uma volta pelo bairro, um rango, algum vinho e um e mail e comment no post anterior com um link enviados pelo Nó.
O Nó é o Norton Lagôa, meu cunhado e baixista das antigas. Ele já gravava antes de eu nascer, quer ver ?
Eu vou digitalizar o audio e posto nesse post mesmo, em breve mas é que agora não.
A vida fez o Nó ter de parar com toda essa vidinha chata de merda e tocar o barco de outro jeito mas ainda assim, em 1993 numa época em que ele fez uns shows por diversão e tocando guitarra, sim, porque ele toca guitarra também, em apenas um show me fez mudar totalmente a pegada e os bends que eu fazia já há 12 anos.
O Nó só me mandou um comment, um e mail, com um link e um video.
Eu só vi um show do Nó tocando guitarra.
E o cara mudou meu jeito de tocar guitarra.
Então, se você que estiver lendo isso acha que precisa ser muito cool, famoso e descolado para fazer a diferença na vida das pessoas, bem, você pode estar gastando sua energia no caminho errado e isso também é uma pena, não ?
Esse é o Burmah, que não tocou na tenda do calvário naquele dia mas foram à forra em Águas Claras, Banana Progressiva, etc.... O Nó é o barba aí da foto e os outros são Piojo, Javier e Eduardo Deposé que moram na Argentina. Ah, no Burmah ele tocava baixo, porquê ele é um puta baixista também.
´
E esse o link que o Nó mandou.
Esse é o Burmah, que não tocou na tenda do calvário naquele dia mas foram à forra em Águas Claras, Banana Progressiva, etc.... O Nó é o barba aí da foto e os outros são Piojo, Javier e Eduardo Deposé que moram na Argentina. Ah, no Burmah ele tocava baixo, porquê ele é um puta baixista também.
´
E esse o link que o Nó mandou.
Valeu Nó ! Que puta slide. Slide on.....
Não é uma pena?
Não é de se envergonhar
como despedaçamos nossos corações
e causamos dor um ao outro?
Como pegamos nosso amor
sem pensar em nenhum momento
e nos esquecemos de devolvê-lo,
Isso não é uma pena?
Algumas coisas demoram tanto,
mas como posso explicar isso?
Quando nem todo mundo
pode ver que somos todos iguais.
E por causa de suas lágrimas,
seus olhos não podem enxergar
a beleza que os cerca.
Não é uma pena?
Não é de se envergonhar
como despedaçamos nossos coraçõese causamos dor um ao outro?
E por causa de suas lágrimas,
seus olhos não podem enxergar
a beleza que os cerca.
Isso não é uma pena?
Esquecendo-se de devolvê-lo...
Isso não é uma pena?
Esquecendo-se de devolvê-lo...
Isso não é uma pena?
Que pena, Que pena...
Que pena...
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Fritando a válvula
Fritar a válvula porque é assim que se tira o som.
Nunca vai estar bom mas sempre vai estar melhor.
Gravar na cabeça, nos ouvidos e no coração o som que ela produz enquanto está quente porque ela vai queimar, frite-a enquanto o seu lobo não vem.
Eu gravo o Poeiracast, o podcast da revista Poeirazine, aqui no Overdrive Estúdio. Gravava e editava mas como o tempo anda um negócio em falta no mercado, atualmente apenas gravo e o Bento Araújo o edita, porém nesse último que foi ao ar os caras me pegaram de convidado. Rolou um papo sobre rótulos na música e como isso pega para o Pedra e o Tomada além de uma geral sobre a carreira da banda Patto nos 70’s.
Na verdade eu não gostei da minha participação. O papo poderia ter fluido melhor mas, tirando eu, o programa é sempre ótimo, hehehe.
Quer ouvir?
Aliás o sr. Ricardo Alpendre, vocalista do Tomada e atual “Pessoal do Poeira”, postou no Twitter dele que uma parte das gravações do Tomada aqui no overdrive, o L/R bruto (não foi mixado ainda), vazou na net. A banda é duca, ótimos músicos mas péssimos seres humanos, hahahaha!
Quer ouvir?
E para finalizar esse primeiro de vários posts que se seguirão, convido você que caiu aqui por acaso, a conhecer o Letras Miúdas, que vem a ser o Blog da minha banda, o Pedra. É o primeiro link lá em cima à direita. Clica lá
Ab
Volto logo.......
Nunca vai estar bom mas sempre vai estar melhor.
Gravar na cabeça, nos ouvidos e no coração o som que ela produz enquanto está quente porque ela vai queimar, frite-a enquanto o seu lobo não vem.
Eu gravo o Poeiracast, o podcast da revista Poeirazine, aqui no Overdrive Estúdio. Gravava e editava mas como o tempo anda um negócio em falta no mercado, atualmente apenas gravo e o Bento Araújo o edita, porém nesse último que foi ao ar os caras me pegaram de convidado. Rolou um papo sobre rótulos na música e como isso pega para o Pedra e o Tomada além de uma geral sobre a carreira da banda Patto nos 70’s.
Na verdade eu não gostei da minha participação. O papo poderia ter fluido melhor mas, tirando eu, o programa é sempre ótimo, hehehe.
Quer ouvir?
Aliás o sr. Ricardo Alpendre, vocalista do Tomada e atual “Pessoal do Poeira”, postou no Twitter dele que uma parte das gravações do Tomada aqui no overdrive, o L/R bruto (não foi mixado ainda), vazou na net. A banda é duca, ótimos músicos mas péssimos seres humanos, hahahaha!
Quer ouvir?
E para finalizar esse primeiro de vários posts que se seguirão, convido você que caiu aqui por acaso, a conhecer o Letras Miúdas, que vem a ser o Blog da minha banda, o Pedra. É o primeiro link lá em cima à direita. Clica lá
Ab
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